sábado, 30 de junho de 2012

Diversidade

Diversidade no jardim não é só de plantas!
É também de visitantes, de moradores... insetos e outros animais!
Já mostrei o bicho-pau e uma joaninha. Sempre temos também pássaros, mas precisam ficar bem atentos com a Lola.
Não conheço bem os insetos, então os chamo por nomes genéricos: besouro, aranha, maria-fedida, joaninha...

Besouros

Aranhas

O que sei é que a maioria deles gosta mesmo é da crotalária...


Jardim II

Continuando...
Não bastava arrancar a grama... ela ficava voltando! Reaparecendo, brotando.
No curso de permacultura, com Peter Webb, http://www.vidadeclaraluz.com.br/principal.asp ou http://humanaterra.wordpress.com/, ele explicou que um gramado guarda a sua memória, vai querer continuar ou voltar a ser um gramado. Pode-se colocar carvão misturado no solo para diminuir essa memória e, principalmente, substituir por outra coisa, ocupar a terra com outra vida.
E lá fomos nós.
Melhoramos a cobertura colocando sempre folhas, galhos, todos os "restos". Plantamos coisas rasteiras e outras para ocupar os espaços, feijão labe-labe, girassol e crotalária.
                       
E intensificamos nossa produção de composto. Tínhamos 1 composteira, agora, são 3.
Detalhe interessante: colocando o composto nos canteiros, começamos a ter plantas "surpresa". Tomate, jiló, pitanga... sementes que não são decompostas.
Todas as leguminosas (plantas que tem vagem, como os feijões ou até o flamboyant) conseguem fixar nitrogênio no solo, por isso seu uso tão frequente na agricultura orgânica.
Em vez de usar adubos químicos, basta plantar leguminosas e fazer com que todo o ambiente funcione como um organismo vivo e harmônico. Reaproveitar, deixar a roda girar...
Além do nitrogênio, é necessário o carbono e os micro-nutrientes. Por isso, o girassol e o composto vindo da composteira.
A crotalária é um excelente adubo verde. Ela tem a melhor relação carbono-nitrogênio.
Escreverei apenas sobre ela outro dia.
jardim
O resultado de todo esse investimento no nosso jardim, é vida em abundância!
Os copos-de-leite que pareciam haver sucumbido, re-brotaram. As flores estão maiores e mais perfumadas. E a diversidade... incrível.



Crotalária

esse jasmim... tem cheirinho de pêssego
          

hibisco dobrado


beijinho ou maria-sem-vergonha... planta surpresa



essa azulzinha veio de um passeio pela vizinhança

camélia...


Jardim I

Quando procuramos uma casa para nos mudarmos do apartamento, tínhamos uma exigência: que tivesse espaço (chão) para plantar.
Foi assim que encontramos nossa casa, com um bom espaço, 50m² de grama no fundo.





Cometemos muitos erros antes de conhecermos melhor a vida das plantas e, principalmente, a vida da terra e na terra.
Escolhemos as plantas que gostávamos e até pesquisamos sobre elas na internet, se gostavam de sol ou de sombra. Abrimos pequenos berços (cova é muito feio) e plantamos nossas mudinhas.
Azaleia, hortênsia, rosas, lavanda, camélia, copo de leite, jasmim, flor do egito...
Também aproveitamos o espaço para as ervas. Bálsamo, arruda, manjericão, melissa (alguns chamam de erva cidreira), tomilho, hortelã, sálvia, erva doce. 
Até uma parreira nós quisemos! Pai e marido fizeram a pérgola... um dia todo!
Não foi fácil, já que com 60cm de buraco, verteu água!


 Logo percebemos que tinha alguma coisa errada... 
As plantas cresceram, mas começaram a apresentar folhas amareladas ou até avermelhadas, manchas, furos...





 Fomos, então, fazer uma oficina de agricultura orgânica no sesc, com o Pupin, http://www.familiaorganica.com.br/.
Percebemos, ali, que a grama esmeralda estava sufocando as outras plantas, compactando o solo, empobrecendo-o. 
Solução: arrancar a grama! Pelo menos, fazer canteiros bem maiores!



Deu um trabalho absuuuurdo! Arrancar a grama mas aproveitar a terra e as minhocas.
Aiai... mania de fazer tudo nessa duplinha!

  









sábado, 23 de junho de 2012

Novo dia

Hoje, sim... 
Sol!


Lola brinca...





Violeta aparece...


No jardim, tem...
Tomates,


Ametista,
Ametista planta
Sálvia, tomilho, hortelã,
E joaninha...

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Espelhos


Ontem, recebi a ligação de uma amiga muito querida. Fazia tanto tempo que não nos "encontrávamos" que eu nem reconheci sua voz.
Entre outras coisas importantes, conversamos sobre o quanto é bom mudarmos, o quanto é gostoso e ficamos mais leves depois que retiramos algumas bagagens que nem sabemos por que carregamos.
Preciso destacar uma frase: "Muitas vezes, em vez de olharmos para nós, ficamos vendo o que os outros devem mudar".
Pensei sobre isso...
Eu sinto que não tem nenhum problema vermos o que "os outros devem mudar" SE, imediatamente, nos lembrarmos que "os outros" são nossos espelhos.
                                 
Nem sequer é possível sabermos, vermos, o que os outros devem mudar. 
É apenas cada um que estará por toda a eternidade consigo mesmo.
O que nós olhamos nos "outros" é um reflexo do que há em nós.
Conheço uma história que retrata bem isso.
Dois homens desceram pela chaminé.
Um deles, sujou o rosto. O outro, não.
Aquele que tinha o rosto limpo, foi lavá-lo. O outro, não.
É assim que funcionamos. Para poder ver meu rosto, preciso de um espelho.


Para poder ver o que estou fazendo, como estou me boicotando, me vejo num "espelho".
Ver coisas nos "outros" não é um problema. O problema é parar por aí.

Lotus


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Sol

Que saudades do sol...

Fotos tiradas em 2006...



Fotos de tiradas em Monte Verde.


Foto tirada em São Tomé das Letras.






Fotos tiradas em Paulínia.